Quem sou eu
- Andrea Naves Müller
- Barueri, São Paulo, Brazil
- Sou psicóloga e atendo no Centro Comercial de Alphaville - SP e pelo site da psicolink. Sou voluntária no projeto CineMaterna. Mais informaçoes clicar em "Contato".
domingo, 18 de setembro de 2011
CineMaterna Shopping Iguatemi Alphaville
Ola queridas mamães, já temos data para a inauguração do cinematerna no Shopping Iguatemi Alphaville, vai ser em 27 de setembro, as 14:00h. Eu espero vocês lá. Vejam como as mamães poderão se divertir e relaxar: http://cinematerna.blogspot.com/2011/09/toda-mae-e-vip.html
quinta-feira, 8 de setembro de 2011
CineMaterna em Alphaville
Atenção mamães da região de Alphaville, fiquem de olho, pois em breve vamos nos encontrar no Cinema e junto poderão levar os bebês.
CineMaterna
CineMaterna
quarta-feira, 3 de agosto de 2011
segunda-feira, 11 de julho de 2011
Orientação Psicólogica
Conforme já comentei e tem em meus contatos eu realizo orientações psicologicas através da pagina www.psicolink.com.br e esta semana saiu uma nota sobre o mesmo na revista Isto é conforme materia abaixo:
Pacientes trocam os tradicionais consultórios dos psicólogos pela conversa virtual e fazem terapia por meio do computador, sem pegar trânsito e pagando menos
João Loes
Conforto
Breno Gorgulho em casa: sessão online custa R$ 65
Comportamento
| N° Edição: 2174 | 07.Jul.11 - 10:30 | Atualizado em 11.Jul.11 - 16:39
No cyberdivãPacientes trocam os tradicionais consultórios dos psicólogos pela conversa virtual e fazem terapia por meio do computador, sem pegar trânsito e pagando menos
João Loes
Breno Gorgulho em casa: sessão online custa R$ 65
São quase 20 h na cidade de São Paulo e o gestor de negócios Breno Gorgulho, 33 anos, se aninha em uma confortável poltrona de sua casa. Com calma, ele abre o laptop, entra com seus dados num site e dá início a mais uma das 20 sessões de orientação psicológica que comprou pela internet. Do outro lado, um psicólogo acompanha o desfiar das aflições do paulistano por meio de uma webcam. Pelo encontro, que durará 50 minutos, Gorgulho desembolsará R$ 65. “É uma maravilha”, diz ele. “Só o tempo que eu economizo não tendo que me deslocar pelo caos que é o trânsito já vale o investimento”, sintetiza. Atualmente, 62 sites têm autorização do Conselho Federal de Psicologia (CFP) para prestar esse tipo de serviço pela rede (obtida em 2010, quatro vezes mais que os registrados em 2009).
Mesmo que os 50 minutos de atendimento funcionem quase da mesma forma que uma psicoterapia breve – centrada em um problema específico e com duração limitada –, a orientação psicológica virtual ainda não pode ser descrita e vendida dessa maneira, embora em países como o Canadá e a Inglaterra isso já aconteça. “O CFP tem receio de autorizar os sites a chamar esse serviço de terapia por não saber muito bem como fiscalizar os atendimentos”, explica a psicóloga brasileira Milene Rosenthal, dona do Psicolink. Com o tempo, porém, tudo indica que o conselho autorize essa mudança, que deve trazer ainda mais pacientes aos consultórios virtuais. “A meu ver, os benefícios são maiores que os prejuízos”, diz Luciana Ruffo, psicóloga do Núcleo de Pesquisas da Psicologia em Informática da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo.
Luciana lembra, por exemplo, que as sessões pela internet facilitam o tratamento de pacientes que têm dificuldades físicas ou psicológicas para sair de casa ou, ainda, de pessoas que moram no Exterior e não falam a língua local. A dificuldade de locomoção em grandes cidades também pesa. “Mas falta a presença física, há a questão dos problemas técnicos durante o atendimento e a fragilidade do sigilo no mundo virtual”, ressalva. Com o tempo, tudo indica que a orientação psicológica virtual entrará para a lista de ferramentas dos psicólogos, que continuarão atendendo presencialmente, mas terão essa opção para ajudar o crescente número de aflitos que inundam seus consultórios.
Mesmo que os 50 minutos de atendimento funcionem quase da mesma forma que uma psicoterapia breve – centrada em um problema específico e com duração limitada –, a orientação psicológica virtual ainda não pode ser descrita e vendida dessa maneira, embora em países como o Canadá e a Inglaterra isso já aconteça. “O CFP tem receio de autorizar os sites a chamar esse serviço de terapia por não saber muito bem como fiscalizar os atendimentos”, explica a psicóloga brasileira Milene Rosenthal, dona do Psicolink. Com o tempo, porém, tudo indica que o conselho autorize essa mudança, que deve trazer ainda mais pacientes aos consultórios virtuais. “A meu ver, os benefícios são maiores que os prejuízos”, diz Luciana Ruffo, psicóloga do Núcleo de Pesquisas da Psicologia em Informática da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo.
Luciana lembra, por exemplo, que as sessões pela internet facilitam o tratamento de pacientes que têm dificuldades físicas ou psicológicas para sair de casa ou, ainda, de pessoas que moram no Exterior e não falam a língua local. A dificuldade de locomoção em grandes cidades também pesa. “Mas falta a presença física, há a questão dos problemas técnicos durante o atendimento e a fragilidade do sigilo no mundo virtual”, ressalva. Com o tempo, tudo indica que a orientação psicológica virtual entrará para a lista de ferramentas dos psicólogos, que continuarão atendendo presencialmente, mas terão essa opção para ajudar o crescente número de aflitos que inundam seus consultórios.
quarta-feira, 6 de julho de 2011
Lutos e Perdas
Conversando com uma amiga, ela solicitou para eu postar algo sobre lutos e perdas, assim escrevi algo, espero que ajude.
A nossa vida é cheia de perdas e lutos, de altos e baixos. A maior dor, porém, é a perda de alguém muito querido, como pai, mãe, esposo ou esposa; alguém com um laço afetivo muito forte. Geralmente, associamos a perda ao luto, mas existem situações em nossa caminhada que são tão intensas que vivemos uma perda como um luto. Um exemplo são as separações, as mudanças de cidade ou trabalho, o término de um namoro, a mudança de escola, decepções, traições etc.
A morte desorganiza, deprime. Quanto mais próxima a pessoa ou a situação que se perde, mais difícil e delicado é o processo de recuperação. Mas é importante lembrar que o luto tem começo, meio e fim. Nesse processo, a dor da perda se transforma em saudade, e a vida continua, com outro sentido.
Os sintomas do luto são divididos em fases: choque, negação, raiva, depressão e aceitação. Nesse processo, a pessoa experimenta desinteresse pela vida, culpa, baixa auto-estima, angústia, revolta. A duração e a intensidade desses sentimentos vão depender do histórico de perdas da pessoa, e também do grau de relação com quem morreu, a perda mais dura seria a de um filho, e do tipo de morte. Nas mortes traumáticas, acidente, suicídio, assassinato, pode haver uma fase de negação mais prolongada, a culpa e a revolta podem aparecer com mais intensidade.
Para superar o luto, é importante não sublimar a dor. Assumir que você tem direito de estar de luto, de chorar, de querer se recolher, de sentir a dor da ruptura. Não tente mascarar a realidade e os seus sentimentos.
A dificuldade em encarar o fim da vida, como parte da existência é o que faz do luto uma experiência tão assustadora.
De maneira geral, leva-se de um a dois anos para aceitar a perda. Nesse período vão ocorrer pela primeira vez as datas importantes: aniversário, natal, os momentos que a família costuma se reunir, momentos que as lembranças se fazem mais fortes.
O modo patológico de lidar com estas perdas trazem muito sofrimento e angústia pra própria pessoa e para aqueles que convivem com ela. Quando se percebe que não está conseguindo vivenciar o luto, permitir-se sentir a dor ou a mesma está impactando nas necessidades do cotidiano, como trabalhar, alimentar-se, cuidar da higiene própria e da casa, não saindo da fase inicial ou então a pessoa nem sequer entra no luto, age como se nada tivesse acontecido. Nesse luto adiado, a dor fica guardada em algum lugar e um dia emerge sob outra forma, normalmente de depressão. Nestes casos deve ser tratado através de psicoterapia. Junto com o psicólogo a pessoa irá vivenciar uma espécie de revivência do passado.
Este não é um processo fácil e rápido, mas é fundamental para que a pessoa possa se construir em bases mais sólidas e firmes, sem se sentir despedaçada e fragmentada cada vez que experimentar uma perda.
O sofrimento precisa ser superado, e o único meio de superá-lo é suportando-o. O sofrimento nos constrói ou nos destrói, por isso temos que sofrer o que temos para sofrer, mas permitir que a vida prossiga, pois a reação mais justa perante o sofrimento é a superação.
segunda-feira, 27 de junho de 2011
Psicoterapia: Fazer ou não Fazer?
Muito se tem falado sobre psicoterapia nos dias atuais. As escolas estão mais atentas, a mídia divulga a necessidade das pessoas procurarem ajuda terapêutica, bem como os profissionais da área de saúde a incluem no rol dos instrumentos de tratamento.
A psicologia, através do seu desenvolvimento científico, tem se tornado um valioso recurso no cuidado com a saúde. Sabe-se hoje, por inúmeros estudos, que emoção e corpo funcionam em harmonia e ressonância. São dois aspectos de um único campo. Quando um não está bem, o outro é afetado. Portanto, a premissa de que eu não preciso ir a um terapeuta porque não sou louco, revela mais sobre o passado da psicologia, que se desenvolveu dentro da psiquiatria e da filosofia, do que da realidade contemporânea. Até a um tempo atrás, as pessoas se envergonhavam de falar que estavam em terapia.
Assim sendo, para nortear nossa conversa vamos abordar alguns pontos:
- Primeiro: não é necessariamente verdade dizer que só faz terapia quem é doente, pois na maioria das vezes, as pessoas estão vivendo momentos de muita tensão ou crise e isso afeta seu desempenho, suas relações e sua vida como um todo;
- Segundo: não é sinal de fraqueza recorrer à psicoterapia, ou sentir vergonha de buscar ajuda. Muitos acreditam que podem resolver sozinhos os seus problemas. Essas generalizações apontam para o desconhecimento e para o preconceito sobre a atuação da psicoterapia.
Há ciclos de vida que marcam significativamente as relações: casamento, nascimento de filhos, doenças, separação, mudança de trabalho, aposentadoria, morte e outros, acarretando, muitas vezes, grandes dificuldades em lidar com o novo. Essas experiências poderão desencadear angústias, medos, tristezas, inseguranças, manifestando-se de diferentes maneiras, dependendo do jeito de ser de cada indivíduo. Os sintomas podem ser insônia, depressão, pouco rendimento no trabalho, nervosismo, mas sempre sinalizarão que algo na pessoa não está bem.
Considerando que o comportamento se dá na relação com o outro, na linguagem e no contexto, acreditamos que as ligações significativas são construídas dentro da família de origem. Nesse sistema desenvolvem-se formas particulares de ver o mundo e de lidar com ele, atribuindo-se sentidos aos acontecimentos, aos sentimentos e a forma de entender a vida.
As mudanças sociais, culturais e econômicas que vem ocorrendo ao longo do tempo, têm estimulado as pessoas a mudarem seus comportamentos, exigindo que os indivíduos estejam sempre atualizados, bem informados, belos e saudáveis. Mas será que o homem tem se preparado emocionalmente para tais exigências?
Existem pessoas mais suscetíveis às frustrações revelando baixa tolerância quando contrariadas, há as que se mostram mais resistentes diante das adversidades, mais agressivas ou mais complacentes. Há uma infinidade de possibilidades de comportamento, tanto quanto, é o número de indivíduos no mundo. Cada ser é único e original na maneira de viver.
Com a grande quantidade de pressões sociais, o homem tem sentido a necessidade de expandir suas emoções. Nessa dança com a vida e com as angústias inerentes ao conviver, a psicoterapia se oferece como um espaço de reflexão sobre como o indivíduo se relaciona consigo e com o seu meio social.
O terapeuta atual deve considerar que a matriz relacional do indivíduo, hoje, não é só desenvolvida dentro do modelo tradicional de família, mas também contemporizar que há novas composições familiares, assim como a vivência em instituição. A flexibilidade da terapia permite criar um lugar onde não há julgamentos de certo ou errado, feio ou bonito, ou qualquer outro julgamento moral. Ao invés disso, o caráter acolhedor da psicoterapia possibilita ao indivíduo olhar como constrói suas relações, que significados dão a elas e como age dentro destes padrões.
No processo terapêutico, amplia-se a consciência de si mesmo, facilitando o indivíduo apropriar-se das consequências de suas atitudes no mundo.
A psicoterapia se dá no encontro humano com o terapeuta. Ela pode ser realizada com crianças, jovens, adultos, famílias, casais, individualmente ou em grupo. Com crianças utilizam-se brinquedos, jogos e desenhos. Com jovens e adultos, as técnicas utilizadas diversificam, dependendo da abordagem teórica do terapeuta.
A busca pela terapia deve ancorar-se no desejo de mudança e na esperança de ser feliz. Portanto, vale acreditar que pedir ajuda não é algo que mereça ser desvalorizado, mas sim, entendido como uma vontade de transformar a vida numa experiência mais harmoniosa. A psicoterapia é um valioso recurso para lidar com as dificuldades da existência, e também, um espaço favorável ao crescimento e amadurecimento, onde se pode recontar a história de vida, resignificando-a. Um lugar onde deve haver espaço para singularidades e diferenças, pois afinal, diferentes somos todos, mas o importante é o que fazemos com essa diferença.
Grupo de Estudos de Psicologia na Abordagem Sistêmica
Coordenadora: Vivien Bonafer Ponzoni
Participantes: Andrea Naves Müller
Gladys Fernandes
Gilda Rezende Lugarini
Sarita del Prado Filartiga
quinta-feira, 26 de maio de 2011
Transtorno do pânico
Transtorno do pânico é um problema sério de saúde. Este distúrbio é nitidamente diferente de outros tipos de ansiedade, caracterizando-se por crises súbitas, sem fatores desencadeantes aparentes e, frequentemente, incapacitantes. Depois de ter uma crise de pânico, o nível de ansiedade e o medo de uma nova crise podem atingir proporções tais, que a pessoa com o transtorno do pânico pode se tornar incapaz de pôr o pé fora de casa. Neste estágio, diz-se que a pessoa tem transtorno do pânico com agorafobia. Desta forma, o distúrbio do pânico pode ter um impacto tão grande na vida cotidiana de uma pessoa como outras doenças mais graves - a menos que ela receba tratamento eficaz e seja compreendida pelos demais.
De acordo com uma das teorias, o sistema de "alerta" normal do organismo - o conjunto de mecanismos físicos e mentais que permite que uma pessoa reaja a uma ameaça - tende a ser desencadeado desnecessariamente na crise de pânico, sem haver perigo iminente. Algumas pessoas são mais suscetíveis ao problema do que outras. Constatou-se que o T.P. ocorre com maior frequência em algumas famílias, e isto pode significar que há uma participação importante de um fator hereditário (genético) na determinação de quem desenvolverá o transtorno. Entretanto, muitas pessoas que desenvolvem este transtorno não têm nenhum antecedente familiar.
O transtorno do pânico é um problema sério.
O T.P. já é considerado um problema sério de saúde. As pessoas que sofrem deste mal costumam fazer uma verdadeira "via-crúcis" a diversos especialistas médicos e após uma quantidade exagerada de exames complementares recebem, muitas vezes, o patético diagnóstico do "nada", o que aumenta sua insegurança e seu desespero. Por vezes esta situação dramática é reduzida a termos evasivos como: estafa, nervosismo, stress, fraqueza emocional ou problema de cabeça. Isto pode criar uma incorreta impressão de que não há um problema de fato e de que não existe tratamento para tal patologia.
O T.P. é real e potencialmente incapacitante, mas pode ser controlado com tratamentos específicos. Por causa dos seus sintomas desagradáveis, ele pode ser confundido com uma doença cardíaca ou outra doença grave. Frequentemente as pessoas procuram um pronto-socorro quando têm a crise de pânico e podem passar desnecessariamente por extensos exames médicos para excluir outras doenças.
As pessoas que tem o T.P., em sua maioria, são pessoas jovens (faixa etária de 21 a 40 anos), se encontram na plenitude de suas vidas profissionais. O perfil da personalidade das pessoas que sofrem do T.P., costumam apresentar aspectos em comum: geralmente são pessoas extremamente produtivas à nível profissional, costumam assumir uma carga excessiva de responsabilidades e afazeres, são bastantes exigentes consigo mesmos, não convivem bem com erros ou imprevistos, têm tendência a se preocuparem excessivamente com problemas cotidianos, alto nível de criatividade, perfeccionismo, excessiva necessidade de estar no controle e de aprovação, auto-expectativas extremamente altas, pensamento rígido, competente e confiável, repressão de alguns ou todos os sentimentos negativos (os mais comuns são, o orgulho e a irritação), tendência a ignorar as necessidades físicas do corpo, entre outras. Essa forma de ser acaba por predispor estas pessoas a situações de stress acentuado, fato este que pode levar ao aumento intenso da atividade de determinadas regiões do cérebro desencadeando assim um desequilíbrio bioquímico e consequentemente o aparecimento do T.P..
Vale ressaltar ainda que alguns medicamentos como anfetaminas (usados em dietas de emagrecimento) ou drogas (cocaína, maconha, crack, ecstasy, etc), podem aumentar a atividade e o medo promovendo alterações químicas que podem levar ao T.P..
Sintomas físicos de uma crise de pânico
Os sintomas físicos de uma crise de pânico aparecem subitamente, sem nenhuma causa aparente (apesar de existir, mas fica difícil de perceber). Os sintomas são como uma preparação do corpo para alguma "coisa terrível". A reação natural é acionar os mecanismos de fuga. Diante do perigo, o organismo trata de aumentar a irrigação de sangue no cérebro e nos membros usados para fugir - em detrimento de outras partes do corpo, incluindo os órgãos sexuais. Eles podem incluir:
· Contração / tensão muscular, rijeza
· Palpitações (o coração dispara)
· Tontura, atordoamento, náusea
· Dificuldade de respirar (boca seca)
· Calafrios ou ondas de calor, sudorese
· Sensação de "estar sonhando" ou distorções de percepção da realidade
· Terror - sensação de que algo inimaginavelmente horrível está prestes a
acontecer e de que se está impotente para evitar tal acontecimento
acontecer e de que se está impotente para evitar tal acontecimento
· Confusão, pensamento rápido
· Medo de perder o controle, fazer algo embaraçoso
· Medo de morrer
· Vertigens ou sensação de debilidade
Uma crise de pânico dura caracteristicamente vários minutos e é uma das situações mais angustiantes que podem ocorrer a alguém. A maioria das pessoas que tem uma crise terá outras (se não tratar). Quando alguém tem crises repetidas ou sente muito ansioso, com medo de ter outra crise, diz-se que tem transtorno do pânico.
Tratamento
Existe uma variedade de tratamentos para o T.P., deve ser acompanhando por psiquiatra e psicólogo. O mais importante neste aspecto é que se introduza um tratamento que vise restabelecer o equilíbrio bioquímico cerebral numa primeira etapa. Isto pode ser feito através de medicamentos seguros e que não produzam risco de dependência física dos pacientes. Numa segunda etapa prepara-se o paciente para que ele possa enfrentar seus limites e as adversidades vitais de uma maneira menos estressante. Em última análise, trata-se de estabelecer junto com o paciente uma nova forma de viver onde se priorize a busca de uma harmonia e equilíbrio pessoal. Uma abordagem psicoterápica específica deverá ser realizada com esse objetivo.
O sucesso do tratamento está diretamente ligado ao engajamento do paciente com o mesmo. É importante que a pessoa que sofre de T.P. entenda todas as peculiaridades que envolvem este mal e que queira fazer uma boa "aliança terapêutica" com seu médico no sentido de juntos superarem todas as adversidades que poderão surgir na busca do seu equilíbrio pessoal.
O T.P. não é loucura, nem "frescura". Infelizmente é comum que os distúrbios psíquicos sejam interpretados como simples fraqueza de caráter. O melhor jeito para conviver com uma pessoa que passou pelo T.P., É compreender pelo que a pessoa passa; fazendo com que essa pessoa saiba que você entende o que se passa com ela, isso irá tranquilizá-la, trazendo bem-estar, pois é bem difícil se ter um "ataque", perante uma pessoa ou ambiente que conheça o problema, junto com um "tratamento", preferencialmente, tratado por um psiquiatra. Pois os que sofrem com o transtorno do pânico são ótimas companhias, devido a sua sensibilidade apurada, pois uma experiência ruim algumas vezes frutifica em crescimento interior. E sempre mantenha essa pessoa normalmente convivendo com suas atividades, percebendo as suas limitações e não "forçando nenhuma barra". Aos poucos a vida volta à normalidade.
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