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Barueri, São Paulo, Brazil
Sou psicóloga e atendo no Centro Comercial de Alphaville - SP e pelo site da psicolink. Sou voluntária no projeto CineMaterna. Mais informaçoes clicar em "Contato".

segunda-feira, 26 de setembro de 2011

Larry Crowne ou Missão Madrinha de Casamento: Gratuito no Shopping Iguatemi de Alphaville para Mamães com Bebês e Gestantes

 Ainda não pediu seu convite para o lançamento do CineMaterna na Cinépolis do Iguatemi Alphaville?
A sessão será nas salas VIPs, com poltronas reclináveis, pipoca, manobrista de carrinhos e você poderá optar entre dois filmes!


 Será um presente da Natura Mamãe e Bebê, Iguatemi Alphaville e Cinépolis para mães com bebês de até 18 meses e gestantes, todas com direito a um acompanhante. Entre na página www.cinematerna.org.br/especial/iguatemialp e solicite seu convite, são limitados.

Já pediu seu convite? Então prepare-se para a sessão mais animada do pedaço!
Data: 27 de setembro de 2011, terça-feira
Horário: 14h, recomendado chegar com 30 minutos de antecedência
Local: Cinépolis Iguatemi Alphaville

Haverá duas salas, você poderá escolher na hora qual filme quer assistir (sujeito a lotação da sala):
Larry Crowne - O Amor Está de Volta
Missão Madrinha de Casamento

Bom divertimento!

Um grande abraço.
Equipe CineMaterna.
www.cinematerna.org.br

sexta-feira, 23 de setembro de 2011

CineMaterna na Folha de Alphaville

Tem bebê no cinema! Mães com bebês são bem-vindas no Cine Materna


Atualizado: 22/09/2011 23:41
Tatiana Poletti encarou a sessão com Alicia de apenas seis meses
Tatiana Babadobulos

Foi em um grupo de discussão pela internet que uma mãe apaixonada por cinema disse sen­tir falta de ver um filme após o nascimento de seu primeiro filho. Então, o grupo organizou-se e mães com seus bebês “invadiram” um cinema para a primeira sessão batizada de Cine Materna, em 2008. A partir daí, sessões de cinema destinada a mães e seus bebês se espalharam pelo país. E, nessas sessões, que geralmente ocorrem no meio da tarde, “pessoas comuns” são bem-vindas, mas não têm o direito de reclamar do chororô.
A repórter da Folha de Alphaville não possui filhos, mas encarou uma dessas sessões realizadas no Espaço Unibanco, em São Paulo. Na terça-feira, 27, às 14h, é a vez de a Cinépolis do Iguatemi Alphaville começar a oferecer o Cine Materna. O filme previsto é “Larry Crowne – O Amor Está de Volta”. Para esta primeira sessão na sala VIP, apenas as mães previamente cadastradas no site www.cinematerna.org.br poderão participar gratuitamente. Segundo a organização, as sessões acontecerão uma vez ao mês na Cinépolis, e uma vez na Cinemark do Shopping Tamboré.
O filme da semana passada foi o argentino “Um Conto Chinês”, mas o foco da sessão para a repórter não era o longa-metragem com Ricardo Darín no papel principal, mas sim o contexto envolvido e a preparação para receber os pequenos. A escolha dos filmes é feita através de enquetes no site e excluem aqueles que possuem excesso de sexo, violência ou suspense.
As salas são equipadas para acolher os bebês: o som é reduzido, há dois trocadores na sala (incluindo os apetrechos necessários, como fralda, creme para assaduras, lenço umedecido etc.), ar condicionado mais suave (praticamente desligado), ambi­en­te parcialmente iluminado, e há ainda um tapete no chão para as mães com filhos que já engatinham, por exemplo, ainda que o local seja perto demais da tela.
Mesmo que os pequenos estejam liberados para chorar um pouquinho dentro da sala, existe uma etiqueta a ser seguida pelas mães, como: se o bebê, após mamar, continuar chorando, a mãe deve sair da sala para tomar um ar e voltar quando o bebê se acalmar; o celular deve estar desligado e deve-se evitar falar durante a projeção; é bom levar brinquedo sem luz e sem som; foto de recordação pode ser tirada desde que sem flash durante a sessão.
Ao final, as mães se encontram em um café (no Center 3, no caso do Espaço Unibanco) para trocar expe­riências.
Durante o filme, pode-se dizer que não há estresse com relação ao barulho, já que a pessoa que se dirige a esta sessão já vai preparada. No entanto, é comum ver mães em pé nos corredores laterais com o bebê no colo.
Acompanhar o Cine Materna é praticamente uma experiência antropológica, e filho, sinceramente, não é desculpa para deixar de ir ao cinema.
Experiência das mães
A advogada Tatiana Poletti, 32, esteve pela primeira vez em uma sessão do Cine Materna com a filha Alicia, de seis meses. Isso porque ela atualmente mora na China. “Foi bacana a experiência para sentir que a vida social pode continuar mesmo após a maternidade. Sem contar que vira história para dividir com a família e com a própria bebê quando ela crescer.” Durante a sessão, Alicia dormiu bastante e só quando acordou mamou um pouco e depois precisou ser trocada. Quanto a isso, Tatiana conta que a monitora até avisou que não precisava levar nem a fralda, além de ajudar com uma lanterna.
A jornalista Juliana Cristina Parollo, 34, começou a frequentar as sessões quando a filha, Maria Luiza, de quatro meses e meio, completou três. “Uma amiga contou sobre essas sessões e logo me empolguei, pois sempre fui cinéfila e desde o começo da gravidez não pude ir ao cinema”, conta. Sobre as experiências, Juliana explica que foi interessante ver outras mulheres que deviam estar na mesma situação que a sua. “Muita gente passa a fazer só programa de bebê depois que o pequeno nasce e não precisa ser sempre assim”, aponta.
Juliana conta ainda que, na primeira vez, sua filha Malu chegou com fome e precisou ser ama­mentada duas vezes e quase nem assistiu ao filme. Da vez seguinte, ela dormiu a sessão inteira, já que mamou antes de sair de casa. Sobre o programa, ela diz que o que mais curtiu foi fazer o que adora (ir ao cinema) ao lado da filha e com toda estrutura. “E o melhor: nessas sessões, não há constrangimentos no caso de a bebê chorar.”
Para as outras mães, Tatiana Poletti diz “que vale a pena experimentar, ainda mais que ao final de cada sessão sempre há um encontro entre as mamães para um bate papo e um cafezinho”.
Juliana afirma que para as mães que curtem um bom cinema, que aproveitem para dar uma fugida de casa. “É bom a criança se acostumar com coisa boa desde cedo. E quando ela já tiver um ano, começa a notar que ela e a mamãe podem se divertir com as mesmas atividades culturais, como assistir a um bom filme”, conclui.
Folha de Alphaville

domingo, 18 de setembro de 2011

CineMaterna Shopping Iguatemi Alphaville

Ola queridas mamães, já temos data para a inauguração do cinematerna no Shopping Iguatemi Alphaville, vai ser em 27 de setembro, as 14:00h. Eu espero vocês lá. Vejam como as mamães poderão se divertir e relaxar: http://cinematerna.blogspot.com/2011/09/toda-mae-e-vip.html

O que é CineMaterna?

CineMaterna são sessões de cinema para mães (pais e acompanhantes) com seus bebês de até 18 meses, seguidas de bate-papo em local próximo. As sessões acontecem em algumas salas de cinema parceiras do CineMaterna em diversas cidades do Brasil. A programação semanal é disponibilizada no site www.cinematerna.org.br

quinta-feira, 8 de setembro de 2011

CineMaterna em Alphaville

Atenção mamães da região de Alphaville, fiquem de olho, pois em breve vamos nos encontrar no Cinema e junto poderão levar os bebês.

CineMaterna

segunda-feira, 11 de julho de 2011

Orientação Psicólogica

Conforme já comentei e tem em meus contatos eu realizo orientações psicologicas através da pagina www.psicolink.com.br e esta semana saiu uma nota sobre o mesmo na revista Isto é conforme materia abaixo:

Comportamento

| N° Edição: 2174 | 07.Jul.11 - 10:30 | Atualizado em 11.Jul.11 - 16:39
No cyberdivã
Pacientes trocam os tradicionais consultórios dos psicólogos pela conversa virtual e fazem terapia por meio do computador, sem pegar trânsito e pagando menos
João Loes

Conforto
Breno Gorgulho em casa: sessão online custa R$ 65

São quase 20 h na cidade de São Paulo e o gestor de negócios Breno Gorgulho, 33 anos, se aninha em uma confortável poltrona de sua casa. Com calma, ele abre o laptop, entra com seus dados num site e dá início a mais uma das 20 sessões de orientação psicológica que comprou pela internet. Do outro lado, um psicólogo acompanha o desfiar das aflições do paulistano por meio de uma webcam. Pelo encontro, que durará 50 minutos, Gorgulho desembolsará R$ 65. “É uma maravilha”, diz ele. “Só o tempo que eu economizo não tendo que me deslocar pelo caos que é o trânsito já vale o investimento”, sintetiza. Atualmente, 62 sites têm autorização do Conselho Federal de Psicologia (CFP) para prestar esse tipo de serviço pela rede (obtida em 2010, quatro vezes mais que os registrados em 2009).

Mesmo que os 50 minutos de atendimento funcionem quase da mesma forma que uma psicoterapia breve – centrada em um problema específico e com duração limitada –, a orientação psicológica virtual ainda não pode ser descrita e vendida dessa maneira, embora em países como o Canadá e a Inglaterra isso já aconteça. “O CFP tem receio de autorizar os sites a chamar esse serviço de terapia por não saber muito bem como fiscalizar os atendimentos”, explica a psicóloga brasileira Milene Rosenthal, dona do Psicolink. Com o tempo, porém, tudo indica que o conselho autorize essa mudança, que deve trazer ainda mais pacientes aos consultórios virtuais. “A meu ver, os benefícios são maiores que os prejuízos”, diz Luciana Ruffo, psicóloga do Núcleo de Pesquisas da Psicologia em Informática da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo.

Luciana lembra, por exemplo, que as sessões pela internet facilitam o tratamento de pacientes que têm dificuldades físicas ou psicológicas para sair de casa ou, ainda, de pessoas que moram no Exterior e não falam a língua local. A dificuldade de locomoção em grandes cidades também pesa. “Mas falta a presença física, há a questão dos problemas técnicos durante o atendimento e a fragilidade do sigilo no mundo virtual”, ressalva. Com o tempo, tudo indica que a orientação psicológica virtual entrará para a lista de ferramentas dos psicólogos, que continuarão atendendo presencialmente, mas terão essa opção para ajudar o crescente número de aflitos que inundam seus consultórios.

quarta-feira, 6 de julho de 2011

Lutos e Perdas

Conversando com uma amiga, ela solicitou para eu postar algo sobre lutos e perdas, assim escrevi algo, espero que ajude.

A nossa vida é cheia de perdas e lutos, de altos e baixos. A maior dor, porém, é a perda de alguém muito querido, como pai, mãe, esposo ou esposa; alguém com um laço afetivo muito forte. Geralmente, associamos a perda ao luto, mas existem situações em nossa caminhada que são tão intensas que vivemos uma perda como um luto. Um exemplo são as separações, as mudanças de cidade ou trabalho, o término de um namoro, a mudança de escola, decepções, traições etc.
A morte desorganiza, deprime. Quanto mais próxima a pessoa ou a situação que se perde, mais difícil e delicado é o processo de recuperação. Mas é importante lembrar que o luto tem começo, meio e fim. Nesse processo, a dor da perda se transforma em saudade, e a vida continua, com outro sentido.
Os sintomas do luto são divididos em fases: choque, negação, raiva, depressão e aceitação. Nesse processo, a pessoa experimenta desinteresse pela vida, culpa, baixa auto-estima, angústia, revolta. A duração e a intensidade desses sentimentos vão depender do histórico de perdas da pessoa, e também do grau de relação com quem morreu, a perda mais dura seria a de um filho, e do tipo de morte. Nas mortes traumáticas, acidente, suicídio, assassinato, pode haver uma fase de negação mais prolongada, a culpa e a revolta podem aparecer com mais intensidade.
Para superar o luto, é importante não sublimar a dor. Assumir que você tem direito de estar de luto, de chorar, de querer se recolher, de sentir a dor da ruptura. Não tente mascarar a realidade e os seus sentimentos.
A dificuldade em encarar o fim da vida, como parte da existência é o que faz do luto uma experiência tão assustadora.
De maneira geral, leva-se de um a dois anos para aceitar a perda. Nesse período vão ocorrer pela primeira vez as datas importantes: aniversário, natal, os momentos que a família costuma se reunir, momentos que as lembranças se fazem mais fortes.
O modo patológico de lidar com estas perdas trazem muito sofrimento e angústia pra própria pessoa e para aqueles que convivem com ela. Quando se percebe que não está conseguindo vivenciar o luto, permitir-se sentir a dor ou a mesma está impactando nas necessidades do cotidiano, como trabalhar, alimentar-se, cuidar da higiene própria e da casa, não saindo da fase inicial ou então a pessoa nem sequer entra no luto, age como se nada tivesse acontecido. Nesse luto adiado, a dor fica guardada em algum lugar e um dia emerge sob outra forma, normalmente de depressão. Nestes casos deve ser tratado através de psicoterapia. Junto com o psicólogo a pessoa irá vivenciar uma espécie de revivência do passado.
Este não é um processo fácil e rápido, mas é fundamental para que a pessoa possa se construir em bases mais sólidas e firmes, sem se sentir despedaçada e fragmentada cada vez que experimentar uma perda.
O sofrimento precisa ser superado, e o único meio de superá-lo é suportando-o. O sofrimento nos constrói ou nos destrói, por isso temos que sofrer o que temos para sofrer, mas permitir que a vida prossiga, pois a reação mais justa perante o sofrimento é a superação.